Valores da família e da vida.
A recomendação é do arcebispo de Vitória, Dom Luiz Mancilha Vilela. “A humanidade está cada vez mais sujeitas a decisões erradas e chegará um tempo em que os dias atuais serão muito criticados. A ‘coisificação’ da vida será condenada como um mal dos nossos tempos”.
Não acredite em promessas mirabolantes.
Para o procurador do MPES, Adonias Zam, é importante que o eleitor esteja atento ao teor das propostas apresentadas. “O perfil do candidato também merece atenção. Como ele é, como se relaciona no meio em que vive, se é casado e cuida da família”, acrescentou Zam.
Verifique a equipe do candidato.
“A equipe, os partidos, os pactos que cercam o candidato merecem atenção especial. São essas pessoas que depois vão gerenciar as ações do governo”, recomendou o diretor-geral da ONG Transparência Capixaba, Rafael Simões.
Atenção a pequenos detalhes do dia a dia.
A dica do advogado Délio Prates, da OAB, é ilustrativa: “Quem fura fila, risca a porta do elevador do prédio, fuma em lugar proibido e para em fila dupla não tem como ser um bom político”, alertou.
Se o candidato se curva a decisões sem diálogo, não vote.
Dom Luiz Mancilha Vilela evoca os cristãos a observar o comportamento do candidato dentro do partido. “Se os valores do partido são outros, mas ele está convicto de sua fé, ele tem que ser ‘uma pedra no sapato’ da sigla, tentando avançar”.
Ficha Limpa.
Para o procurador Adonias Zam, a confirmação de um passado idôneo pode ser uma premissa à boa atuação parlamentar. “Partimos da ideia de que todos os candidatos que permanecerem na disputa têm a ficha limpa. Então, o eleitor deve ter a preocupação de checar as informações. Buscar na internet pode ser uma boa alternativa”, propôs o membro do MPES.
Deputado não faz obra.
”O máximo que um deputado faz é sugerir determinada obra ao orçamento do Estado. Outro ponto a ser notado é se existe dinheiro para aquele projeto”, indicou o professor Rafael Simões, da Transparência Capixaba.
Gastos.
Um parlamentar ganha R$ 12,3 mil. A dica do advogado Délio Prates é observar a evolução dos bens dos candidatos à reeleição. “Se ele tinha um carro popular e de repente passa a ter um carro de luxo, algo pode estar errado”.
Consciência.
O arcebispo de Vitória recomenda cautela e atenção na escolha do candidato. “É errado se curvar ao que se contrapõem às próprias convicções”.
Não deixe de votar.
“O eleitor tem que saber o que quer com o voto”. O procurador Adonias Zam recomenda que o eleitor não anule nem vote em branco.

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